Declaração se refere aos repasses feitos pela FW Engenharia à sua ex-mulher Susana Neves, seu irmão Maurício Cabral e seu ex-assessor Carlos Emanuel Miranda

© Getty Images / Ian Walton

O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) admitiu pela primeira vez que pediu diretamente a um empreiteiro dinheiro para fins pessoais. Apesar disso, ele negou se tratar de propina, mas uma espécie de “conversão” de caixa dois eleitoral pela ajuda.

A declaração se refere aos repasses feitos pela FW Engenharia à sua ex-mulher Susana Neves, seu irmão Maurício Cabral e seu ex-assessor Carlos Emanuel Miranda, que assumiu ser o “gerente da propina” do peemedebista.

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Os valores foram solicitados ao empresário Flávio Werneck, dono da FW e amigo de infância de Cabral.

“Ele iria me ajudar em campanhas eleitoras. Eu abri mão de ajuda de campanha por essa ajuda a mim”, disse ele.Werneck afirmou em depoimento que os repasses foram abatidos da propina solicitada pelo ex-governador pelas obras no Estado. Ele disse ter pago R$ 15 milhões em vantagens indevidas ao peemedebista.

Fonte: TV Senado