(Foto: Museo Ideale Leonardo Da Vinci )

(FOTO: MUSEO IDEALE LEONARDO DA VINCI )

Ocabelo de Leonardo da Vinci será exposta pela primeira vez no museuIdeale Leonardo da Vinci, na região da Toscana, na Itália. Isso só será possível porque a mecha, apelidade de “Les Cheveux de Leonardo da Vinci”, foi encontrada recentemente em uma coleção privada nos Estados Unidos.

“Esta relíquia extraordinária nos permitirá prosseguir na busca de realizar pesquisas sobre o DNA de Da Vinci ”, disse Alessandro Vezzosi, presidente da Fundação do Patrimônio Leonardo da Vinci, em comunicado.

Leonardo da Vinci (Foto: Reprodução)

LEONARDO DA VINCI (FOTO: REPRODUÇÃO)

De acordo com o especialista, o cabelo foi encontrado em 1863 quando Arsène Houssaye, escritor e inspetor geral dos museus provinciais franceses, amigo de Delacroix e Baudelaire, explorou o túmulo de Da Vinci entre as ruínas do castelo de Amboise, onde o intelectual foi enterrado em 12 agosto de 1519.

“Houssaye encontrou alguns restos que identificou como ossos e crânio de Da Vinci. Ao fazer isso, ele traduziu alguns fragmentos de uma inscrição em pedra com o nome ‘Leonardus Vinci’. Os restos mortais foram então enterrados no túmulo na capela de São Hubert, no Castelo Real em Amboise”, conta Vezzosi. Depois disso, a mecha, junto com outras descobertas, passaram entre colecionadores norte-americanos até um deles contatar a equipe de estudiosos em 2016.

Agnese Sabato, co-curador da exposição, afirma que “algumas avaliações importantes podem ser possíveis comparando os resultados de DNA dos descendentes vivos do meio-irmão de Leonardo, Domenico, e dos ossos em alguns enterros da família Da Vinci”. “Se o cabelo dor compatível com o DNA dos descendentes, o DNA de Leonardo poderá ser sequenciado”, disse.

Se o estudo genético for bem sucedido, será possível lançar luz sobre os restos mortais enterrados no túmulo em Amboise. Isso porque, originalmente, o túmulo de Leonardo da Vinci ficava na Saint-Florentin, no Chateau d’Amboise, na França. Contudo, o templo foi destruído durante a Revolução Francesa, e imagina-se que os ossos tenham sido removidos de lá e enterrados na capela menor do castelo, Saint-Hubert.

Fonte: Galileu

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