Investigação apura fraudes em licitações da Prefeitura de Foz do Iguaçu

Segundo o MPF, licitações eram direcionadas a empresas que pagavam propina a políticos da cidade (Foto: Prefeitura de Foz do Iguaçu/Divulgação)

O juiz federal da Terceira Vara Criminal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, decidiu desmembrar o primeiro processo derivado da Operação Pecúlio, deflagrada em abril de 2016. Ao todo, 77 pessoas foram denunciadas por crimes como corrupção ativa e passiva, organização criminosa e fraude a licitação.
O processo já estava em fase final e aguardava apenas a sentença. Na decisão, o juiz Pedro Aguirre Filho determinou que sejam abertas sete ações penais, referentes ao caso. Além desses processos, há outros que correm na Justiça Federal. O ex-prefeito da cidade, Reni Pereira, é réu em um deles.



A Operação Pecúlio investiga fraudes em licitações ocorridas na Prefeitura de Foz do Iguaçu. Conforme o Ministério Público Federal, foram encontradas irregularidades em obras de várias áreas, em que as licitações eram dirigidas para favorecer empresas que pagavam propina a políticos da cidade.
Com o desemembramento dos processos, as defesas ganharam novo prazo de 10 dias para complementar as alegações finais que já tinham apresentado à Justiça. Após esse prazo, os processos retornam ao juiz, para que ele defina a setença, que pode condenar ou absolver os réus. Não há data para que a decisão final seja tomada.

Fonte: G1

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