Após a prisão de pai, mãe e filha, acusados de matar cachorros e vender a carne, em Guarapari, nesta sexta-feira (19), a polícia investiga se eles também faziam linguiças com as carnes dos animais abatidos

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“Temos informações de que além da venda, eles também faziam linguiça . Agora, precisamos saber se eles passavam in natura ou se também fabricavam a linguiça”, detalhou o delegado Marcelo Santiago, titular da Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Guarapari.

A polícia investiga também a participação de mais um suspeito de envolvimento no crime. “Essa família mantinha os animais em casa, fazia a retirada da carne e vendia para uma terceira pessoa que estaria vendendo a carne na feira da região”, explica o delegado.

Maurício Hott Peixoto, Ângela Débora Seraphin Lopes e Ana Carolina Seraphin Hott Peixoto foram presos na sexta-feira (19), em Meaípe, em Guarapari. Na casa da família, a polícia encontrou 52 animais, entre cães e gatos, e diversas ossadas de animais mortos.

Ao ser detida, a família falou para a polícia que eles eram protetores dos animais e por isso tinham tantos gatos e cachorros na residência. “Não acreditamos nessa versão. De longe já que se tratava de crime. Além disso, os animais não tinham ração, nem água. As fezes e urinas estavam espalhados por todo lugar”, relatou o delegado.

Fonte: A Voz de Realeza