Selecionamos um timaço de craques com habilidade na perna esquerda. Confira essa verdadeira seleção de jogadores que não são lá muito direitos...

Jogar com a perna esquerda já deixou de ser um diferencial no futebol, haja vista o volume de craques canhotos. São tantos que, por muito menos, já mereciam uma lembrança neste 13 de agosto, Dia Internacional do Canhoto.
Para não deixar passar batido, preparamos uma lista. Quando falamos em canhotos do futebol, estamos conversando em alto nível. Confira.

COURTOIS – goleiro belga, destaque da Copa do Mundo da Rússia, foi apresentado na última quinta-feira em seu novo clube, o Real Madrid. “Realização de um sonho”.

CHIELLINI – o zagueiro da Juventus e da seleção da Itália não esteve na Rússia, mas nem por isso deixa de figurar entre os canhotos de talento. De vez em quando atua também como lateral esquerdo.

MARCELO – lateral esquerdo de respeito, do Real Madrid e da Seleção Brasileira, favorito de Cristiano Ronaldo, a ponto de o português ter sugerido seu nome para reforçar a Juventus. Marcelo é considerado um dos melhores laterais esquerdos da história do futebol.

DI MARIA – tudo bem que a seleção da Argentina foi um fiasco na Rússia. Nem por isso devemos deixar de lado o nome do hermano canhoto. Apesar de talentoso, Di Maria está na reserva do Paris Saint-Germain e ainda não conseguiu se firmar na Europa.

MEZUT ÖZIL – aos 29 anos, o meia alemão anunciou sua despedida da seleção de seu país. Atualmente no Arsenal, da Inglaterra, ele tem problemas com a Federação Alemã de Futebol (DFB). O adeus, segundo o própprio Özil, se deve a questões políticas.

LIONEL MESSI – esse canhoto aí dispensa comentários, certo?

GARETH BALE – o canhoto galês atua pela direita, sempre fazendo valer sua velocidade e a potência no chute. Destacou-se na pré-temporada do Real Madrid, sem a sombra de Cristiano Ronaldo. Deve fazer uma boa temporada… espera-se.

MARADONA – outro canhoto que dispensa comentários.

RIVELINO – destacou-se no Corinthians e no Fluminense. Mas projetou-se para o mundo na Seleção Brasileira tricampeã mundial, no México, em 1970. Em campo, sua esquerda era mortal, tanto nas “bombas” de fora da área quanto no seu drible histórico: Rivelino é o inventor do “elástico”.

Fonte: Lance

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